Francisco Moreno Ariza foi um dirigente sindical de São José dos Campos/SP, preso e
perseguido politico da Ditadura Militar. De rápida ascensão política foi eleito vice-prefeito de São José dos
Campos em 1962. Durante o golpe civil-militar de 64 foi acusado pela classe econômica da cidade de
subversivo e comunista. Com o Ato Institucional Nº 1 Ariza teve seus direitos políticos cassados, impedido
de concorrer a qualquer cargo público. Com o AI-5 foi alvo de intensa perseguição política marcada por
práticas de tortura psicológica. Permaneceu fugitivo das Forças Armadas por mais de três meses.

O ATO INSTITUCIONAL Nº 5 SOB A ÓTICA DE UM SINDICALISTA DE SÃO JOSÉ dos campos-sp

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O objetivo deste estudo é entender o sentido da preservação de um exemplar de Jequitibá Rosa, localizado no distrito de Eugênio de Melo, para a cidade de São José dos Campos/SP, e especificamente, para os moradores do distrito, buscando entender o seu significado na atualidade, após longos períodos de desprezo e degradação. Patrimônio ambiental de importância histórica, o jequitibá, apelidado de Gigante Eugênio, passou por um processo de recuperação tornando-se referência local e marca da identidade do bairro.

JEQUITIBÁ EUGÊNIO DE MELO, PATRIMÔNIO HISTÓRICO-AMBIENTAL

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O objetivo deste estudo é analisar o crescimento populacional do bairro Jardim Morumbi
localizado na macrozona sul em São José dos Campos, nos últimos trinta anos. Apesar de o bairro ter sido
fundado em 1962, ele tem projeção demográfica a partir de 1979. Objetiva-se focar as significativas
mudanças socioeconômicas e demográficas ocorridas no bairro, a partir dessa data, quando o município de
São José dos Campos recebeu as multinacionais e, junto com elas, migrantes de diferentes regiões do
Brasil que passaram a morar na região, por causa da baixa valorização fundiária decorrente da falta de
infraestrutura e escassez de equipamentos públicos.

História do Jardim Morumbi em São José dos Campos (1979 a 2014)

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Francisco Moreno Ariza foi um dirigente sindical de São José dos Campos/SP, preso e
perseguido politico da Ditadura Militar. Sindicalista atuante na década de 50 contribuiu tenazmente para o
fortalecimento do movimento sindical na cidade. Em 1959 assume uma vaga na câmara municipal como
vereador pelo PTB e em 62 vence as eleições municipais assumindo o cargo de vice-prefeito. Em 1964,
abdica do cargo de vice-prefeito e de vereador para assumir uma cadeira na 1ª Junta de Conciliação e
Julgamento de São José dos Campos como juiz classista. No golpe civil-militar de 64 foi acusado pela
classe econômica de São José dos Campos de praticar atividades subversivas e ser adepto do comunismo.
Como resultado, inicia-se uma grande perseguição política sob Francisco Moreno Ariza.

O GOLPE DE 64 ATRAVÉS DA EXPERIÊNCIA DE UM SINDICALISTA; FRANCISCO MORENO ARIZA E SUA ATUAÇÃO NO MOVIMENTO SINDICAL DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – SP

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Este artigo visa analisar o momento do pós-abolição e a primeira República sob a ótica do movimento religioso espírita, constatando a resistência ao espiritismo popular neste período através da negação do misticismo e da religiosidade popular, sendo tais procedimentos evidenciados também pelo código penal republicano de 1890. O estudo será realizado a partir do recorte de dois jornais do início do século XX da cidade de São José dos Campos, o periódico A Caridade e O Correio Joseense1, tratando-se o primeiro de edição católica representando o movimento de romanização que chegara ao Brasil em fins do século XIX e o segundo, não religioso, apontando a influência positivista muito presente na primeira República e renegando a cultura popular e afro-descendente.

“É QUE MESTRE SATANAS TINHA SUA CLIENTELA ENTRE NEGROS BOÇAIS…”

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Este trabalho tem como objetivo analisar a trajetória de um homem pobre e livre em São José dos
Campos, no ano de 1857. Sua condição social no espaço em que estava inserido, bem como os reflexos
das mudanças politicas e econômicas do período em seu cotidiano. Para isso, tomamos como base uma
justificação do Fundo Fórum de São José dos Campos – SP, datada de 1857, onde Joaquim, um homem
pobre e livre reclama na justiça da circunstancia irregular e violenta em que se deu sua prisão. Em conjunto
com a bibliografia aqui apresentada buscaremos identificar a influencia do Estado no cotidiano do homem
pobre e livre, levando em consideração o contexto histórico regional e o seu papel social na cidade de São
José dos Campos em 1857.

“BARBARAMENTE AMARRADO EM CORDAS DE EMBUIA”- O COTIDIANO DE UM HOMEM POBRE E LIVRE EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS EM 1857

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Analisa a transformação da cidade de São José dos Campos em Estância Climatérica para o tratamento da tuberculose pulmonar, condição oficialmente instituída em 1935. Por meio de análise do periódico editado pelos tisiologistas da cidade, Boletim Médico, e de fontes correlatas, são analisadas a motivação e as estratégias desse grupo profissional na conversão da pacata cidade de São José dos Campos em centro de referência para a cura da tuberculose. A investigação dos argumentos técnicos que ampararam esse projeto reforça a constatação de que a condição de estância era, simultaneamente, ameaça à população da cidade e motriz da economia local, baseada, até a década de 1950, quase que exclusivamente na exploração da doença.


O Boletim Médico prescrição dos tisiólogos para a cura da cidade de São José dos Campos (1930-1935)

 

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No século XIX pressupunha-se que a cura da tuberculose estaria intimamente associada à salubridade do clima. Desta forma, a transferência dos doentes para lugares específicos de tratamento, as estâncias climatéricas, seria a forma mais adequada de garantir cura efetiva, além, evidentemente, de isolar os focos de contaminação, evitando que os principais centros urbanos cedessem à epidemia. Contudo, o deslocamento do doente de seu espaço social de origem para os centros de tratamento causou grandes abalos nas relações sociais e familiares do tuberculoso. Neste contexto, buscamos discutir as mudanças ocorridas no cotidiano do doente, imposto pela tísica, bem como as implicâncias sociais da estigmatização da doença e do doente. Da mesma forma, pretendemos compreender o abandono dos doentes e mesmo ex-doentes por seus familiares na cidade de São José dos Campos.

MAIORES ABANDONADOS TUBERCULOSOS EM TRATAMENTO NA CIDADE DE

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Este trabalho tem como objetivo refletir sobre a história da manutenção da feminização do magistério em São José dos Campos. Para isso, traça-se uma trajetória da inserção das mulheres nas Escolas Normais, relacionando bibliografias a respeito do tema e depoimentos orais de professoras formadas na Escola Normal de São José dos Campos ou que vieram lecionar na cidade nas décadas de 1960 e 1970. Tal análise possibilita uma reflexão sobre como algumas questões ligadas ao magistério feminino perpetuaram ao longo da História. Além disso, a análise sobre a forma como essas mulheres foram inseridas no mundo profissional, quais foram suas escolhas e oportunidades e de que maneira tais professoras eram vistas diante da sociedade joseense permite entender o momento de mudanças da condição da mulher e como ela tomou a frente dessa profissão a ponto do magistério ser considerado uma profissão feminina.

A FEMINIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO NA CIDADE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS MEMÓRIAS DE PROFESSORAS (1960 E 1970)

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Este trabalho tem como objetivo refletir a respeito da trajetória da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Elmano Ferreira Veloso de São José dos Campos (FAUSJC). Para tanto, analisamos o momento de sua abertura e sua proposta pedagógica, relacionando documentos públicos, disponíveis no Arquivo do Estado de São Paulo, documentos pessoais de professores e ex-alunos a respeito do tema e diversos depoimentos orais de ex-professores e ex-alunos da FAUSJC. Tal análise possibilita uma reflexão a certa do contexto histórico em que tal Faculdade estava inserida, levando-nos a levantar uma discussão a respeito dos motivos que levaram ao seu fechamento.

MEMÓRIAS DA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (1970-1976)

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