1500 - 1600

1600-1650

Criação do Aldeamento indígena de São José do Rio Comprido.

1601 - 1700

1653-1680

Doação de terras aos jesuítas e provável transferência da aldeia de São José. Após o deslocamento a aldeia passou a ser conhecida como Aldeia Nova onde hoje se encontra a região da Igreja Matriz da cidade, em contraposição ao antigo local que passou a ser chamado de Aldeia Velha.

1692

Surge a denominação de Residência do Paraíba do Sul.

1696

Surge a denominação de Residência de São José, nome que permaneceria.

1701 - 1800

1759

Expulsão dos jesuítas – Com a expulsão dos jesuítas, as aldeias ficaram à mercê do Governador Geral da Capitania, Dom Luiz Antônio de Souza Botelho Mourão, o Morgado de Mateus.

1766

A Aldeia contava com 94 casas, 205 mulheres e 159 homens e era a maior que os jesuítas haviam administrado, com exceção da de Barueri, que tinha 128 casas.

1767

Ereção a Vila de São José do Paraíba no dia 27 de Julho

1767

Criação da Primeira Câmara de Vereadores, funcionando no salão que abrigara os jesuítas.

1801 - 1900

1828

Criação da primeira escola pública do Município, regida por Diogo de Araújo Ferrão.

1834

Promulgada lei instituindo prefeitos municipais na Província. Para São José do Paraíba, foi nomeado o Capitão Manoel Joaquim Gonçalves de Andrade, que permaneceu no cargo por vários anos.

1836

Cemitério – Utilizado pela 1ª vez o cemitério construído em 1834, entre a Praça Afonso Pena e a Avenida Floriano Peixoto (Capela de São Miguel).

1848

Criada a primeira Delegacia de Polícia e nomeado o Sr. Antônio Joaquim de Andrade para exercer o cargo

1864

Vila elevada à categoria de Cidade pela Lei nº 27

1867

1ª Farmácia, Instalada pelo farmacêutico licenciado Carlos Ribeiro de Escobar. Até esse momento, os medicamentos eram vendidos em armazéns.

1869

Começa a construção da Igreja de Santa Ana, por moradores da margem do Rio Paraíba. Desta época data a fundação do bairro que tomou o nome de sua padroeira.

1871

Pela lei provincial nº 47, é adotada a denominação de São José dos Campos, em virtude da imensa extensão de campinas existentes na região.

1872

Criada a Comarca pela lei provincial nº 46, na 16ª sessão ordinária do primeiro ano da 19ª legislatura, 27/02, deu entrada o projeto no 82,

propondo a criação das comarcas de Caçapava, Casa Branca, Faxina e Ubatuba. Com uma emenda, na 2a discussão, foi substituída Caçapava por São José dos Campos.

1872

Censo oficial do país: População: 12.998 habitantes, sendo 6.681 homens , 6.317 mulheres , 11.753 livres, 1.245 escravos. Entre os livres, sabem ler e escrever 2.171. Estrangeiros: 268, dos quais 193 eram afriacanos, portugueses 55 e outros. Brasileiros natos: Paulistas 12.119, baianos 222, mineiros 102 e outros.

1877

Festividade de inauguração da Estrada de Ferro com a chegada do primeiro comboio de passageiros de trem, procedentes de Jacareí, embora a estrada de ferro já estivesse pronta em 1876.

1892

Pela lei estadual nº 59, de 16 de agosto de 1892, é criado o Distrito de São Francisco Xavier.

1901 - 2000

1909

Lei nº 17, concede isenção de impostos ao senhor Bertolino Leite Machado para a construção um teatro à Rua 15 de Novembro.

1910

Inaugurada a escola Olímpio Catão, instalada no palacete do doutor José de Paiva Baracho, adquirido e reformado pelo Estado.

1918

Com extrema violência alcançou o município a “Gripe Espanhola”, fazendo inúmeras vítimas. Atendeu os casos, entre outros, o médico Nelson Silveira D’ávila. A Santa Casa aviava, graciosamente, todo o receituário.

1919

Instalada a Caixa Econômica Estadual, funcionando junto à Coletoria Estadual, e tendo como gerente o capitão José Monteiro Filho.

1920

A edilidade concede benefícios fiscais e doa terreno ao senhor Eugênio Bonádio, para a instalação da fábrica de louça branca de pó de pedra na cidade.

1922

Fundada pelos senhores Max Becker e Paulo Becker, começou a funcionar a primeira cerâmica do município, a cerâmica “Santa Lucia”.

1923

Inaugurado o Mercado Municipal, situado até hoje, na Rua Sebastião Hummel.

1924

Com a presença do Governador Washington Luiz, foi inaugurado o Sanatório Vicentina Aranha, o maior do país.

1925

Concedida isenção de impostos, por 25 anos à S. A. Tecelagem Paraíba, que iniciou a construção de uma fábrica de tecidos no município. Concluída em 1926, é a primeira do gênero têxtil e a 3ª grande indústria a se instalar no município.

1925

Lei nº 166 doa ao Estado, na Praça Afonso Pena, área de terreno para a construção do Fórum e da Cadeia do Município.

1927

1° Paço Municipal – Inaugurado o prédio construído especialmente para instalação da prefeitura, à Praça Afonso Pena, onde está localizado o COI – Centro de Operações Integradas (antiga Câmara de Vereadores) e o atual Museu Municipal. O segundo prédio construído com a mesma finalidade é o da Avenida Senador Teotônio Vilela, sobre o vale do córrego Lava-Pés, inaugurado em 21 de dezembro de 1979.

1928

Inaugurada a rodovia Rio – São Paulo, com o nome Rodovia Washington Luiz, hoje conhecida como Estrada Velha.

1932

Na Praça da República, em São Paulo, é morto o estudante Euclides Miragaia, joseense, nascido em 20/11/1910. O trágico acontecimento contribuiu para a eclosão da Revolução Constitucionalista de 1932.

1932

1º Centro de Saúde, instalado com a denominação de Posto de Higiene. Movimento do ano: matriculados 987; consultas 1.554.

1933

Iniciadas as obras de reconstrução da Igreja Matriz de São José.

1934

Pelo decreto nº 6.638, de 31 de agosto, foi criado o Distrito de Eugênio de Melo.

1935

O decreto nº 7007, de 12 de março, instituiu a São José dos Campos na categoria de Estância Climática.

1935

A Lei Orgânica do Município, nº 2,484, de 16 de dezembro, instituiu São José dos Campos na categoria de Estância Hidromineral.

1938

Fundada a Cooperativa de Laticínios de São José dos Campos Ltda., sediada inicialmente na Avenida Rui Barbosa.

1940

Instalada a agência do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários (IAPI), hoje Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

1941

Instalada a Cerâmica Weiss S/A, para produzir utilidades domésticas e objetos de adorno, que durante muitos anos funcionou onde hoje é a agência do INSS, na Avenida João Guilhermino.

1944

Embarcava para a Europa a Força Expedicionária Brasileira (FEB), levando mais de uma centena de pracinhas joseenses, incorporados ao 6° B.I. de Caçapava.

1946

Começou a funcionar a primeira grande fábrica do gênero químico no município: Rhodia – Indústrias Químicas e Têxteis S/A, produzindo fios artificiais de raiom.

1947

Iniciadas as obras do Centro Técnico de Aeronáutica, dirigidas pela COCTA – Comissão de Organização do Centro Técnico de Aeronáutica, instituída em 29/01/1946 e extinta em 26/11/1953.

1948

Fundado o Tênis Clube de São José dos Campos.

1950

Transferido para esta cidade o InstitutoTecnológico de Aeronáutica, criado em 1947 no Rio de Janeiro. Os alunos são bolsistas do Ministério da Aeronáutica e além das aulas, recebiam também hospedagem, alimentação e serviços de saúde. Novo marco no desenvolvimento, instituindo o ciclo de ensino universitário no município, divulgando o seu nome no Brasil e no exterior.

1951

Inaugurada a nova ligação Rio-São Paulo, Rodovia Presidente Dutra, a primeira com uma pista em asfalto, cortando o centro urbano da cidade, assinalando o marco de nova era para o Brasil, para São Paulo e para toda a Região do Vale do Paraíba.

1952

Instalada a Johnson & Johnson S/A – Indústria e Comércio, estabelecimento de grande porte com produtos cirúrgicos, farmacêuticos, de higiene, hospitalares, odontológicos, e veterinários.

1953

Criado o diário, “O Valeparaibano”, antes fundado como semanário no município de Caçapava, pelo Professor Francisco Pereira da Silva.

1954

Proferida aula inaugural na Faculdade de Direito, criada pelo decreto federal nº 34.889, de 2 de janeiro.

1959

Instalada a General Motors do Brasil S/A, maior fábrica do município, produzindo automóveis, motores e componentes.

1960

Inaugurada a Faculdade de Odontologia de São José dos Campos.

1968

Inaugurada a Biblioteca Pública Municipal Cassiano Ricardo, com presença do General Humberto Pelegrini, Presidente do Instituto Nacional do Livro.

1969

Decreto do presidente da República autoriza a construção da Embraer – Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A, de economia mista, com capital inicial de 50 milhões de cruzeiros.

1992

Depois de ficar dez anos fechado, o Sanatório Vicentina Aranha foi reformado e transformado em centro de geriatria.

1992

A Fundação Valeparaibana de Ensino (FVE), foi reconhecida como universidade, através de portaria do ministro interino da Educação, Antônio de Souza Teixeira Júnior. A portaria confere à fundação, o título de Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP).

1993

Entra em órbita o Satélite de Coleta de Dados (SCD1),o primeiro satélite construído no Brasil, pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

1993

Encerramento das atividades da Tecelagem Parahyba em 05 de outubro, após 70 anos de atividade.

1994

A fábrica de cobertores Tecelagem Parahyba volta a funcionar depois de três meses paralisada. A empresa foi reativada pela Associação dos Funcionários da Fábrica de Cobertores Parahyba.

1994

A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), foi privatizada.

1996

Inaugurado no dia 27 de julho o Parque da Cidade “Roberto BurleMarx”, com 516.000 m² em área onde funcionava a Fazenda da Tecelagem Parahyba.

1999

Instala-se em São José dos Campos a UNIP – Universidade Paulista.

2001 - 2018

2002

Inaugurada a nova sede da Câmara Municipal, construída ao lado do Paço Municipal, com área total de 14.000 m².

2004

Através da lei nº 6.493/04, é declarado como Zona de Preservação (ZP) o complexo formado pela antiga Tecelagem Parahyba e Fazenda Santana do Rio Abaixo.

2004

Inaugurado o MAB (Memorial Aeroespacial Brasileiro), contando a história do desenvolvimento aeroespacial brasileiro.

2004

Aprovada a lei nº 6.517, de autoria do Legislativo, que declara o município de São José dos Campos como “A Capital da Indústria Aeroespacial do Brasil”.